O Brasil ocupa a sexta posição no ranking mundial de países com maior número de pessoas com diabetes. Atualmente, 16,6 milhões de brasileiros entre 20 e 79 anos convivem com a doença, segundo a nova edição do Atlas de Diabetes da Federação Internacional de Diabetes (IDF), divulgada em 2025. O crescimento é alarmante: em 2000, eram apenas 3,3 milhões de pessoas diagnosticadas, o que representa um aumento de 403% em pouco mais de duas décadas.
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Além disso, o impacto financeiro para o SUS é expressivo. Em 2020, por exemplo, foram registradas cerca de 10.546 amputações de membros inferiores relacionadas ao diabetes apenas entre janeiro e agosto. Dados do Ministério da Saúde mostram que, entre janeiro de 2012 e maio de 2023, mais de 282 mil cirurgias de amputação de pernas e pés foram realizadas no Sistema Único de Saúde (SUS). Estudos apontam que 85% dessas amputações começam com feridas nos pés que poderiam ser prevenidas ou tratadas corretamente, evitando complicações graves.
Nesse cenário, as clínicas especializadas em tratamento de feridas vêm se consolidando como protagonistas na mudança desse quadro. Hoje, o Brasil já conta com um número crescente de unidades totalmente dedicadas a essa atividade, com diferentes modalidades de atendimento, que vão desde internação hospitalar até acompanhamento domiciliar. A Cicatriclin, franquia especializada no tratamento de feridas agudas e complexas, vem investindo no pioneirismo de tecnologias de ponta, disponíveis para os pacientes, inclusive na modalidade SUS, como curativos especiais, terapia por pressão negativa e oxigenoterapia hiperbárica, recursos que aceleram o processo de cicatrização e são amplamente utilizados em grandes centros dos Estados Unidos e da Europa.
O atendimento é realizado pela franquia com protocolos individualizados, terapias inovadoras e uma equipe multiprofissional altamente capacitada, a empresa tem alcançado resultados relevantes: cicatrizar feridas consideradas irreversíveis ou complexas, reduzir drasticamente o risco de amputações e acelerar o tempo de recuperação.
“Nossos pacientes chegam com diagnósticos graves, mas, com o tratamento correto, conseguimos não apenas evitar amputações, como também melhorar de forma significativa a qualidade de vida”, explica Bianca Oliveira, fundadora e CEO da Cicatriclin.
De acordo com a especialista, o pioneirismo da Cicatriclin é o grande diferencial: “Enquanto nos Estados Unidos e na Europa esse modelo já é consolidado, no Brasil fomos os primeiros a trazer o conceito de clínicas 100% dedicadas a feridas complexas. Além disso, participamos dos maiores congressos internacionais e trazemos constantemente novidades e tecnologias para os nossos pacientes”.
O cenário reforça a importância do diagnóstico precoce, do monitoramento da glicemia e da atenção constante aos pés. Feridas que não cicatrizam, alterações de cor ou perda de sensibilidade devem ser avaliadas rapidamente, pois a intervenção imediata pode ser decisiva para salvar membros e preservar a mobilidade.
Bianca reforça ainda que cada amputação evitada também significa alívio para o sistema de saúde: “Quando conseguimos tratar feridas de forma precoce e eficiente, ajudamos a reduzir as filas do SUS. Cada amputação evitada representa menos tempo de internação hospitalar, menos cirurgias complexas e menos sobrecarga para o sistema público. O custo do tratamento de uma ferida é muito menor do que o de uma amputação e de suas consequências. É um investimento em saúde que gera impacto direto na vida do paciente e no orçamento do país.”
Esse cenário evidencia a urgência da prevenção, do acesso a terapias especializadas e do acompanhamento contínuo, fundamentais para preservar a mobilidade, a qualidade de vida e reduzir os custos para a saúde pública.
